Ozu, de Donald Richie

Autor: Donald Richie

O primeiro grande estudo da obra de Yasujiro Ozu no ocidente e, à sua data, o mais completo.

Autores: Donald Richie

ISBN: 978-989-33-1145-5, 1.000 exemplares, Dezembro de 2020

Sobre o livro: O primeiro grande estudo da obra de Yasujiro Ozu no ocidente e, à sua data, o mais completo. Donald Richie reconstrói cronologicamente o processo de criação do cineasta japonês, analisando primeiro a escrita do argumento, depois a fase de rodagem e, por fim, a montagem. Em cada um destes capítulos, fotogramas, fotografias de cena e de trabalho, e, acima de tudo, fotografias de argumentos e desenhos originais durante a fase de escrita ilustram as ideias de Richie. O último capítulo, filmografia biográfica, dá-nos também o retrato de Ozu enquanto ser humano. Assim “Ozu”, de Donald Richie, é a vida e obra de Yasujiro Ozu.

ESGOTADO

Encontros Cinematográficos, VV. AA.

Co-edição com o Jornal do Fundão

Vários Autores
Coordenação: Mário Fernandes e Carlos Fernandes

Coordenação: Mário Fernandes e Carlos Fernandes

Autores: Alberto Seixas Santos, Ana Luísa Guimarães, Ana Teresa Pereira, Andrea Tonacci, Andy Rector, António Alves Fernandes, António Mercês, Barbara Spielmann, Benjamin Geissler, Billy Woodberry, Boris Lehman, Bruno Andrade, Carlos Fernandes, Carlos Natálio, Carlos Melo Ferreira, Chris Fujiwara, Cristina Amaral, Daisuke Akasaka, Daniel Pereira, Edmundo Cordeiro, Fernando Paulouro Neves, Filipa Gambino, Francis Vogner dos Reis, Francisco Rocha, Frederico Mamede, Gerhard Fielder, Giovanni Comodo, Hiroatsu Suzuki, H.M.S. Pereira, Inês Lourenço, Inês Sapeta Dias, Ivana Miloš, Joana Torgal, João Bénard da Costa, João Gusmão, João Palhares, João Rodrigues, José Lopes, José Manuel Costa, José Nascimento, José Oliveira, Joseph Morder, Lorenzo Esposito, Luís Alves de Matos, Luís Miguel Oliveira, Manuel da Silva Ramos, Manuel Mozos, Manuel Pinto Barros, Manuela Serra, Maria João Madeira, Maria Lino, Mário Fernandes, Marta Mateus, Marta Ramos, Matheus Cartaxo, Mathilde Ferreira Neves, Mercedes Álvarez, Michael Cimino, Michael Guarneri, Mieriën Coppens, Miguel Marías, Nuno Lisboa, Pablo Llorca, Patrick Holzapfel, Paulo Faria, Pedro Caldas, Pedro Costa, Pedro Mexia, Peter Nestler, Pierre Léon, Pierre-Marie Goulet, Ricardo Matos Cabo,Regina Guimarães, Rinaldo Censi, Rita Azevedo Gomes, Rodolfo Pimenta, Rossana Torres, Rui Pelejão, Sabrina Marques, Saguenail, Sérgio Alpendre, Sílvia das Fadas, Stefan Ramstedt, Tag Gallagher, Teresa Garcia, Tiago Costa, Victor Afonso, Víctor Erice, Virgínia Dias, Vítor Gonçalves

TRADUÇÃO: Barbara Spielmann, Filipa Gambino, H.M.S. Pereira, João Palhares, Maria Lino, Mário Fernandes, Marta Morais, Mónia Filipe, Nuno Marques, Pierre-Marie Goulet, Regina Guimarães, Rita Bernardes, Sílvia das Fadas, Teresa Garcia

ISBN: 978-989-33-1174-5, 500 exemplares, Dezembro de 2020

Sobre o livro: Os Encontros Cinematográficos tiveram início em 2010 na Guarda e continuaram no Fundão. Desde então, não deixaram de marcar presença realizadores, críticos, programadores, técnicos, actores, músicos, escritores, historiadores, cinéfilos, amigos, de todo o mundo, promovendo os encontros em torno dos filmes – esta sempre a ideia central do certame que pediu emprestado o nome ao filme homónimo de Pierre-Marie Goulet. Para celebrar os dez anos de Encontros, o Jornal do Fundão e a The Stone and The Plot associaram-se para lançar o livro “Encontros Cinematográficos” (coordenação de Mário Fernandes e Carlos Fernandes), uma compilação de textos e entrevistas, com alguns dos nomes mais incontornáveis da cultura e da sétima arte, dentro de uma programação sempre exigente e sem quaisquer concessões às pressões do mercado ou dos festivais. O livro corporiza, assim, o prazer da descoberta da obra dos diferentes autores convidados em cada uma das suas primeiras dez edições, bem como dos seus ciclos paralelos (Filmes Proibidos, Dar a Ver, Cinema em Tempos de Cólera). Um livro de afectos e um documento importantíssimo para a memória colectiva do cinema e de uma cidade que soube subverter o centralismo cultural.

Preço venda directa: €18,00 (contactar por email)

(3f+1), de A. N. Júnior e E. Stasiukynaitė

Autores: A. N. Júnior e E. Stasiukynaitė


Uma conversa em torno dos filmes 999, Contextual Portraits in 999, Slow Boat to China, que compõem a Trilogia de Macau, de António Nuno Júnior.

Autores: A. N. Júnior e E. Stasiukynaitė

ISBN: 979-989-33-2233-8, 350 exemplares, Setembro de 2021

Sobre o livro: Uma conversa em torno dos filmes 999, Contextual Portraits in 999, Slow Boat to China, que compõem a Trilogia de Macau, de António Nuno Júnior.

Preço venda directa: €9,00 (contactar por email)

999

2001, longa-metragem documental, 107’

Realizador: António Nuno Júnior

Sinopse: 999 é um filme que gira em torno de dois eixos principais: um evento histórico (o fim do domínio colonial português em Macau) e uma relação privada, biográfica, com o lugar (ou a sua ideia). O primeiro requeria clarificação e a segunda, resolução. Apesar dos seus melhores esforços, 999, por fim, não consegue obter nem uma nem outra.

Festivais e Mostras: DocLisboa, 2003

VER O FILME (Filmin)

Contextual Portraits in 999

2001, curta-metragem documental, 42’

Realizador: António Nuno Júnior

2001, curta-metragem documental, 42’

Realizador: António Nuno Júnior

Sinopse: Nos dias imediatamente anteriores e posteriores à entrega de Macau à República Popular da China, em 20 de Dezembro de 1999, uma série de residentes locais partilham connosco algumas ideias sobre o assunto. Em silêncio. No final, confrontamo-nos com uma outra “Viagem de Inverno”.

Festivais e Mostras: XII Encontros Internacionais de Cinema Documental da Malaposta, 2001

VER O FILME (Filmin)

O Movimento das Coisas, de Manuela Serra

1985, Longa-metragem de ficção, 88’

Realizadora: Manuela Serra

1985, Longa-metragem de ficção, 88’

Realizadora: Manuela Serra

Sinopse: Histórias de quotidiano e de silêncio. Em caminhos desertos de vento inquietante numa aldeia do Norte. Há um dia de trabalho atravessado por três famílias: quatro velhas, o campo, o pão, as galinhas, e, a lembrar-nos, clareiras de histórias velhíssimas de gestos saboreados em mineralógicas palavras. Uma família de dez filhos numa quinta mergulha na largueza do tempo, no gesto todo do trabalho, o pai corta uma árvore. Mais longe, a água do rio habitado por gente, numa barca, o sol, e o largo da aldeia, a ponte em construção, a varanda, a refeição, a densidade e o misticismo ao domingo, a missa e a feira: ritualizada ao sábado. Nestes fragmentos de cenário, move-se Isabel, também, com os olhos postos no futuro, para lá dos outros em que o sentido da vida é apenas viver. O tempo atravessa o nascer e o pôr-do-sol. É um respirar a vida, usando o campo como meio numa aldeia do Norte, de gestos antiquíssimos e pousados.

Festivais e Mostras (cópia restaurada): Festival Lumière de Lyon, 2020; Porto/Post/Doc, 2020; Festival Internacional de Cinema de Manheim e Heidelberg, 2021, Punto de Vista – Festival Internacional de Cine Documental de Navarra, 2022.

Estreia comercial a 17 de Junho de 2021 em 3 salas (Lisboa, Porto e Coimbra)

Cada um na sua Cova, de Tomu Uchida

1955, Longa-metragem de ficção, 125’

Realizador: Tomu Uchida

Sinopse: A viúva Nobuko partilha residência com Tamiko e Junjiro, os dois filhos do seu falecido marido. Tamiko é uma jovem mulher com pretensões de independência, enquanto que Junjiro vive acamado, acometido por uma doença e a tristeza de uma separação recente. As tensões familiares crescem quando Nobuko decide procurar um pretendente para casar com Tamiko. A escolha recai entre o Dr. Ihara, mulherengo descarado, e o Senhor Komatsu, um romântico com problemas de assertividade. Autópsia das angústias do pós-guerra, Cada Um Na Sua Cova esboça um retrato imperdoável da nova sociedade Japonesa onde o “homem é o lobo do homem”.

Mulheres de Ginza, de Kozaburo Yoshimura

1955, Longa-metragem de ficção, 109’

Realizador: Kozaburo Yoshimura

Sinopse: Ikuyo é a patroa de Shizumoto, uma residência de gueixas que emprega quatro outras mulheres. Todas, em simultâneo, vão revelando as extremas agruras da profissão. Desde a procura frustrada da popularidade nos jornais, passando pelos desejos difusos de maternidade e terminando na desilusão amorosa, as cinco mulheres sobrevivem debaixo do céu incandescente de Ginza, um dos bairros mais abastados de Tokyo. Contado a partir da perspectiva de uma jovem aprendiz de gueixa recentemente contratada, Mulheres de Ginza é um retrato ácido e lúcido dessas mulheres que, mesmo na derrota, saem esclarecidas.